
Apesar de diferente desses três históricos primeiros discos, é uma interessante actualização desse som, funcionando como um somatório das experiências sonoras realizadas pela banda ao longo dos anos e o obvio aumento da sua capacidade musical, para além do persistente amor pelo estúdio de gravação como um instrumento de Colin Newman e Graham Lewis.
No entanto as letras continuam com os seus temas de oposição e as filosóficas lutas políticas e sociais. Pois mantém a agressividade “punk” de 1977, seja nas melódicas “One Of Us” ou “Perspex Icon” e as suas tendências “Madchester”, seja na recordação do “art-punk” nas ásperas “Patient Resurrection” ou “All Fours”, seja na influências do “trip-hop” em faixas como a cínica “Hard Currency”.
Mais um habilmente robusto trabalho combinado com a habitual inteligência e impertinente sensatez.
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1 comentário:
Ainda não tive oportunidade de ouvir mas, com os elogios que tenho lido, ando curioso. Btw, o novo dos Fall tb está muito bom.
Welcome back!
Abraço
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